Caso Vitória: Mãe da garota não volta para casa após o assassinato da filha

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Após três dias da confirmação de morte de Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, 12 anos, desaparecida no dia 8 de junho, dia que saiu para andar de patins, sua mãe não tem coragem de voltar para casa, em Araçariguama, Sorocaba. Sob os cuidados de seus avós, Rosana afirma que não deixará o caso ser esquecido, até que se encontre o culpado.

Rosana relata o dia de desaparecimento de sua filha. Disse que a acordou para ir à escola, preparou o café da manhã, a ajudou a se arrumar e Vitória foi para a escola de carona com seu tio. Explicou que leciona toda tarde, por isso sempre saía antes do almoço, e que devido a esse motivo, a menina almoçava na casa da tia, localizada no mesmo terreno. Porém, naquele dia, Vitória não almoçou e foi direto para o computador de sua casa, pedindo dinheiro ao pai para um passeio de escola. Por conseguinte, saiu para andar de patins, sem avisar a família.

Conforme a mãe da menina, ela iria andar de patins com uma amiga, que em cima da hora desistiu “As câmeras de segurança mostram minha filha chegando perto do ginásio, sentando na calçada, vestindo os patins e patinando. De repente, sai para beber água e, quando volta, é abordada por alguém. E foi esse alguém que a sequestrou”, declara com tristeza.

Rosana relata que no dia do ocorrido, chegou 17:30 em casa, mas só reparou a ausência de sua filha em torno de uma hora depois, ligando para o pai da garota, seus amigos e sua irmã para pedir ajuda. Após as ligações, descobriu pela amiga de Vitória que sua filha estava andando de patins, e correu para o ginásio, mas não a encontrou. Decidiu ir à polícia fazer um boletim de ocorrência, mas só foi atendida 24 horas depois, conforme exige o processo.

Supervisão Guilherme Rocha

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