Trump recua em separar famílias de imigrantes

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Sasha Libuy

O País

O presidente norte-americano Donal Trump recuou e assinou um decreto nesta quarta-feira, 20, para manter as famílias de imigrantes unidas. A decisão foi tomada após forte pressão da comunidade internacional e do próprio País.

A decisão de Trump cumpria à risca a política de “tolerância zero” contra estrangeiros que tentassem entrar ilegalmente no país pelo México, assinada em 7 de maio. Segundo a decisão, os filhos de imigrantes ilegais são categorizados como “menores desacompanhados” e enviados a orfanatos, enquanto os pais vão presos.

Das muitas reações adversas ao então rigor da decisão de Trump estavam os aliados Canadá, do vizinho México, do líder Católico Papa Francisco, e até do Ministério de Relações Exterior brasileiro. Segundo informações do órgão, há pelo menos 49 crianças brasileiras nos abrigos, separados dos pais.

A nova decisão de Trump

Após revogar a decisão, o presidente norte-americano discursou. Para ele esse conflito é resultado da prisão de adultos que procuram refúgio na fronteira sul americana. “Estamos assinando uma ordem executiva. Considero que é uma ordem executiva muito importante. É sobre manter as famílias unidas e, ao mesmo tempo, ter certeza de que temos uma fronteira muito forte e muito forte”, disse Trump.

Em um evento na Casa Branca mesmo sem a presença ao procurador-geral Jeff Sessions, Trump reuniu congressistas republicanos. A eles Trump disse desejar mais segurança para os EUA, mas diz ter “compaixão” e querer unir as famílias.

No entanto, Trump reafirmou que é preciso deixar as fronteiras do país mais seguras. “Existe um dilema. Se você é fraco, o país vai ficar sobrecarregado com as pessoas. Mas, se você é forte, então não tem coração”, comentou.

Segundo a agência de notícias Associated Press, a primeira dama Melania Trump teve papel importante nessa nova decisão.

Supervisão Guilherme Rocha

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